terça-feira, 8 de setembro de 2015

SERÁ E JÁ! * Misteriosos sons de “trombetas” são ouvidos em todo planeta


É OS SONS DAS “TROMBETAS DO APOCALIPSE” RELATADAS POR JOÃO?

Sons estranhos e misteriosos semelhantes a potentes trombetas, vindos do céu continuam a ser ouvidos e gravados por pessoas assustadas em todo o mundo, muitos ficam sem dormir a noite inteira.

Soando como potentes trombetas ou como uma seção de metais de uma orquestra, uma seleção de vídeos filmados desde o Canadá até a Ucrânia, passando pelos EUA, Alemanha e Bielorrússia mostram esses estranhos acontecimentos ocorrendo nos céus acima de nossas cabeças.

E esses sons misteriosos têm sido continuamente ouvidos em todo o planeta em diferentes horários e locais por quase uma década.

Vídeos gravados por pessoas comuns de todo o mundo tem capturado um barulhento e estridente som que soa mal, estilo “trombetas” vindo do céu – mas ninguém pode explicar exatamente o que é e do que se trata.

Um número de pessoas tem filmado o som bizarro ao longo dos últimos 10 anos com o mais recente caso vindo da Alemanha. 

No vídeo, filmado no mês passado, uma criança pode ser vista congelada de medo após o som estranho explodir do céu.

Uma mulher canadense Kimberly Wookey capturou uma série de eventos inexplicáveis ​​com estes estranhos sons, afirmando no YouTube:

“Esta é a segunda vez que eu pessoalmente tenho ouvido estes sons aqui em Terrace BC Canadá. A primeira foi em 19 junho de 2013 aproximadamente 09:00 às 09: 30, mas não foi tão intensa.

“Na manhã de 29 de agosto de 2013 em torno das 7:30 eu fui acordada por esses estranhos e assustadores sons. Eu corri para fora da cama para perceber que eram os mesmos sons que eu tinha ouvido antes. “

Este é o seu vídeo com os sons aterrorizantes.

O site Metro do Reino Unido informou que, de acordo com a NASA, estes estranhos sons poderiam ser “ruído de fundo” da Terra .

Um porta-voz da agência disse: “Se os seres humanos tivessem antenas de rádio em vez de ouvidos, nos gostaríamos de ouvir uma sinfonia notável de barulhos estranhos vindos de nosso próprio planeta.”

Os cientistas chamam estes sons de “torção”, “assobiadores” e “esféricos.”

“Eles soam como música de fundo de um filme de ficção científica extravagante, mas isso não é ficção científica”, disse um funcionário da NASA. “As emissões de rádio naturais da Terra são reais e, embora nós não tenhamos consciência deles, eles estão ao nosso redor o tempo todo.”

trombeta-anjo
No último livro da Bíblia, sete trombetas são tocadas, uma de cada vez, para que eventos apocalípticos aconteçam, são narrados na visão da Revelação de Jesus Cristo, por João de Patmos. Esse é o motivo mais preocupante porquanto ele estaria então sinalizando o fim do nosso atual mundo …
O que as pessoas estão especulando on-line sobre o que seriam os estranhos e assustadores sons:

As possíveis teorias incluem:

Movimento das Placas tectônicas continentais – As placas tectônicas são gigantescos blocos da crosta da Terra e o manto superior, em conjunto referidos como a litosfera. As placas tem em torno de 100 km (62 milhas) de espessura e consistem em dois tipos principais de material: crosta oceânica (também chamado sima de silício e magnésio) e crosta continental (de silício e alumínio).

Pressão atmosférica  – pressão atmosférica é definida como a força por unidade de área exercida contra uma superfície pelo peso do ar acima da referida superfície.
Manobras de Trens  – Evidente – barulho vem dos comboios em reação à pista e fios aéreos.

Construção  civil – Obras, especialmente se acontecendo ao mesmo tempo em uma área específica, pode produzir sons semelhantes.
  
Aliens  – Isso pode vir uma forma de vida alienígena no céu, talvez vasculhando a Terra?
HAARP  – Rumores persistem de que o governo dos EUA utiliza armas secretas no céu para a defesa e de modificação do clima, conhecido como High Frequency Active Auroral Research Program (HAARP).Isso não explicaria os sons em outros países no entanto …
O Apocalipse e as Sete Trombetas do Céu  – No último livro da Bíblia, sete trombetas são tocadas, uma de cada vez, para que eventos apocalípticos aconteçam, são narrados na visão da Revelação de Jesus Cristo, por João de Patmos. Esse é o motivo mais preocupante porquanto ele estaria então sinalizando o fim do nosso atual mundo …

“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas ! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer  “OS SINAIS DOS TEMPOS?” – Mateus 16: 2 e 3


Fontes: 
Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch


segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O ESTADO DE DEUS NA TERRA!!!

INFELIZMENTE IRMÃOS NÃO DEU DE MORARMOS NO CÉU, O REINO DO MESSIAS COM OS HOMENS SERÁ POR AQUI MESMO! É BOM IREM SE ACOSTUMANDO DESDE JÁ...DESTA VEZ VAI DAR TUDO CERTO,..DIGA GRAÇA A DEUS, ALELUIAS!!!

Israel poderá ser dividido pela ONU ainda este ano


Proposta francesa visa reconhecimento da Palestina


por Jarbas Aragão

Em setembro deste ano, o Conselho de Segurança da ONU deverá votar uma resolução da ONU para estabelecer definitivamente um Estado palestino.

A França está trabalhando em uma proposta para apresentar o pedido de reconhecimento ao Conselho de Segurança da ONU. Essa resolução estabelecerá que Jerusalém será dividida, servindo como capital tanto de Israel (porção ocidental) quando do Estado palestino (porção oriental).

Além disso, a proposta é definir as fronteiras anteriores à guerra de 1967 como uma base para futuras negociações, visando estabelecer as fronteiras definitivas entre as duas nações. A informação foi divulgada pelo site russo Pravda, que ainda é a principal publicação do governo russo.

A proposta da França deve ser apresentada para votação após a 70ª sessão da Assembleia Geral da ONU, que começa em 15 de setembro. Existe um movimento das Nações Unidas nesse sentido que é bloqueado há anos pelos Estados Unidos.

Estima-se que cerca de 136 dos 193 países membros da ONU reconheceriam o Estado Palestino, mas a pressão americana sempre foi muito forte.

O que seria definitivo neste momento é a mudança de postura dos americanos durante o governo Obama, que sinaliza apoio à proposta francesa.  A decisão do Vaticano anunciada este ano também tem efeito sobre muitas nações.

Sessenta e sete anos atrás, Israel voltou a ser uma nação após uma decisão das Nações Unidas. Desde então o conflito israelense-palestino continua numa crescente tensão.

De acordo com o Times Israel, o Ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, afirmou temer que a presença do grupo extremista Estado Islâmico na região pode fazer o conflito Israel-Palestina “explodir a qualquer momento”, o que seria “muito problemático para toda a região e para o mundo”.


O projeto francês usa como base na Resolução 181 da ONU, de 1947, que previa o estabelecimento de dois estados separados, com Jerusalém sob mandato internacional.(do:Gospel Prime)


Primeiras imagens do terceiro templo em Jerusalém. Assista! 

Instituto do Templo lança vídeo com projeto para construção sagrada.


domingo, 6 de setembro de 2015

UTOPIA CRISTÃ! * A Eternidade NÃO será no CÉU, Igreja!

Um dos maiores erros teológicos já propagados, que já ficou tão famoso e conhecido que até parece que é bíblico, é a crença de que o crente passará a eternidade no Céu, o famoso “morrer e ir para a glória”. Contudo, em lugar nenhum as Escrituras dizem ou deixam entender que o salvo irá passar a eternidade no Céu. O que elas ensinam é que Deus fará uma nova terra, que não servirá de enfeite, mas para ser habitada:

“E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe” (Apocalipse 21:1)

“Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão” (Isaías 65:17)

“Porque, como os novos céus, e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante da minha face, diz o Senhor, assim também há de estar a vossa posteridade e o vosso nome” (Isaías 66:22)

“Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça” (2 Pedro 3:13)

Se a primeira terra Deus “não a criou sozinha, mas a formou para que fosse habitada” (Is.45:18), quanto mais a nova terra, que é a terra transformada para que seja a habitação dos santos! Se o homem vive hoje na terra e Deus fará uma nova, só pode ser porque viveremos na nova terra no futuro. Isso porque a cidade celestial de que tanto falamos de fato está no Céu hoje, “preparada” para o dia em que será habitada pelos santos (Hebreus 11:16), mas descerá do Céu para ser habitada pelos remidos aqui na nova terra:

“Eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido” (Apocalipse 21:2)

Portanto, não somos nós que subimos e vamos habitar na cidade celestial, é a cidade celestial que desce para a nova terra! E o verso 3 complementa essa ideia, dizendo:

“Ouvi uma forte voz que vinha do trono e dizia: ‘Agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus’” (Apocalipse 21:3)

Como vemos, não são os homens que estarão com Deus no Céu, é Deus quem estará com os homens na terra! O tabernáculo de Deus, que hoje se encontra no Céu, futuramente estará “com os homens”, isto é, aqui na terra. Foi por isso que Jesus disse que os pobres herdarão a terra, e não o Céu:

“Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança” (Mateus 5:5)

Jesus não disse que a herança futura dos justos será habitar no Céu, mas a terra! É evidente que todas essas passagens não se aplicam apenas ao milênio, mas a todo o período eterno. Apocalipse 21:1-3 é pós-milenar, e fala de coisas que acontecerão após o milênio. Mateus 5:5 não é uma referência apenas a um período de mil anos, mas ao período eterno, pois Jesus retirou tal citação do Salmo 37:29, que diz:

“Os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” (Salmos 37:29)

Não diz que os justos herdarão a terra por mil anos e depois irão para o Céu, ou que irão para o Céu imediatamente após a morte, mas que herdarão a terra para sempre. Por incrível que pareça, alguns imortalistas tem a ultrapassada ideia de que nós estamos hoje na terra, vamos para o Céu após a morte, voltamos para a terra no milênio e depois voltamos de novo para a eternidade no Céu! Essa confusão imortalista não tem base bíblica alguma, pois as Escrituras são claras em relatar que a herança do justo é a terra, que será transformada na criação da “nova terra” prometida por Deus.

A esperança dos judeus da época de Cristo sempre esteve baseada na crença do Reino de Deus vindo, ou seja, de Deus um dia estabelecer Seu Reino de forma visível aqui na terra, onde passaremos a eternidade. Isso fica claro quando vemos a esperança que José de Arimateia tinha a este respeito:

“José de Arimatéia, membro de destaque do Sinédrio, que também esperava o Reino de Deus, dirigiu-se corajosamente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus” (Marcos 15:43)

Os judeus estavam esperando o Reino de Deus vir a eles, e não que eles mesmos fossem ao Reino de Deus na morte. É por isso que o próprio Senhor Jesus disse:

“Pois eu lhes digo que não beberei outra vez do fruto da videira até que venha o Reino de Deus” (Lucas 22:18)

Na oração modelo do Pai Nosso, ele nos ensinou a orar: “venha o teu Reino, seja feita a tua vontade…” (Mateus 6:10). Quando oramos pedindo que “venha o teu Reino”, não estamos pedindo a vinda apenas de uma pessoa (segunda vinda de Cristo), mas de um Reino. Esse Reino que virá nada mais é senão aquele mesmo Reino que João viu descer dos céus e se estabelecer na nova terra no Apocalipse (Apocalipse 21:2), que é chamado de “a nova Jerusalém”. Jesus não orou para que ele voltasse, nem disse “venha o teu Filho”, mas que viesse o próprio Reino, em sua forma física e visível, como viu João e como esperavam os judeus.

Isso explica o porquê que vemos tantas vezes no Novo Testamento a menção de que “o Reino de Deus está próximo” (cf. Lucas 10:9; 10:11; 21:31; Marcos 10:15), que quer dizer que esse Reino de Deus está chegando, que já está perto a hora em que o Reino chegará e será estabelecido aqui na terra. O Reino de Deus já havia chegado em sua forma espiritual (cf. Lucas 11:20), pois ainda não era o tempo de vir em sua forma visível (cf. Lucas 17:20), uma vez que em sua forma visível ele ainda não havia chegado, mas estava “próximo” (cf. Lucas 10:9; 10:11; 21:31; Marcos 10:15), sendo estabelecido somente após o milênio (cf. Apocalipse 21:1-3).

Foi por isso que, ao chegar em Jerusalém, Jesus teve que “contar-lhes uma parábola, porque o povo pensava que o Reino de Deus ia se manifestar de imediato” (cf. Lucas 19:11). Aquelas pessoas acreditavam que já estava na hora do Reino de Deus se manifestar em sua forma visível, da Jerusalém celestial descer do Céu e do período eterno ter início, e por isso Jesus teve que contar uma parábola em que dizia que somente iria voltar “depois de muito tempo” (cf. Mateus 25:19). A crença não era de morrer e ir para o Céu no momento da morte, mas se baseava na expectativa do estabelecimento visível do Reino de Deus aqui na terra, por toda a eternidade.

Quando Deus criou o homem originalmente, ele não o criou no Céu, mas na terra. Portanto, seria mais condizente que, na restauração de todas as coisas (cf. Mateus 19:28), o padrão original de Deus para com a Sua criação fosse restabelecido com o homem em um Paraíso terreno. Adão e Eva foram criados na terra em um lugar específico, chamado “Jardim do Éden” (cf. Gênesis 2:15), mas foram expulsos de lá com a entrada do pecado no mundo, de modo que hoje esse Paraíso se encontra com Deus no Céu (cf. Gênesis 3:23,24; Ap.22:2,17).

Então, o que acontecerá quando houver a restauração de todas as coisas, quando o pecado for finalmente expulso do mundo? Esse Paraíso irá descer do Céu e voltar para a posse dos seres humanos regenerados (cf. Apocalipse 21:2), assim como eram Adão e Eva antes do pecado. Seria incoerente que Deus tenha criado o homem originalmente na terra para que na restauração do modelo original fosse mudado para o Céu. Nenhum escritor bíblico jamais expressou desejo de ir para o Céu, o que eles almejavam era uma vida eterna. O Reino dos céus é o Paraíso celestial que hoje se encontra no Céu, mas que descerá para a terra após o milênio (cf. Apocalipse 21:1-3).

Ao partirmos desta vida, nos encontraremos com Cristo no juízo após sermos ressurretos, e logo então ocorrerá o reencontro com os santos vivos arrebatados, junto a Jesus nos ares. Cristo vem com os seus santos (cf. 1Tessalonicenses 4:14) porque estes santos foram ressuscitados primeiro (cf. 1Tessalonicenses 4:16). Então, após o encontro entre os santos vivos arrebatados e os mortos ressurretos, o Senhor descerá à terra para estabelecer seu Reino milenar, quando a terra desfrutará de mil anos de paz.

Em seguida, haverá a ressurreição dos ímpios (cf. Apocalipse 20:5), que se reunirão e marcharão contra o Cordeiro e os santos na cidade de Jerusalém (cf. Apocalipse 20:8), e serão devorados pelo fogo consumidor que cairá do Céu (cf. Apocalipse 20:9). Neste momento, todo o Universo é transformado pelo poder regenerador de Deus, novos céus e nova terra são feitos, e a cidade celestial, o Paraíso que estava no Céu, descerá para a nova terra, onde habitaremos para sempre com o Senhor. Toda essa visão também é compartilhada até mesmo por muitos pastores, que nem sempre tem coragem suficiente para admitir isso, pois seria negar um mito histórico que é a crença de morrer e ir para o Céu, que não possui qualquer respaldo bíblico.

Estar com Cristo é diferente de ir para o Céu, pois estaremos com Cristo ressurretos no juízo, e não incorpóreos em um estado intermediário. Reino de Deus ou Reino dos céus também não é a mesma coisa do Céu em si. Quando a Bíblia fala do Reino de Deus, ela pode estar se referindo simplesmente ao Evangelho (cf. Marcos 4:11; 4:26; Lc.4:43; 8:1; 8:10; 9:11; 9:60), ou também ao Reino dos céus, que se refere ao Reino que hoje está no Céu, mas que descerá para a nova terra prometida após o milênio, quando a cidade celestial descer do Céu e o próprio tabernáculo de Deus estiver com os homens (cf. Apocalipse 21:3).

Sendo assim, quando Cristo disse em Mateus 5:3 que “bem-aventurados são os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus” (Mateus 5:3), ele não estava entrando em contradição com aquilo que ele mesmo disse apenas dois versos depois, de que “bem-aventurados são os humildes, pois eles receberão a terra por herança” (cf. Mateus 5:5), nem tampouco estava dizendo que os humildes teriam um destino eterno diferente do destino dos pobres de espírito, porque o Reino dos céus de que ele falava descerá à terra para habitarmos nela para sempre. Sendo assim, habitaremos na Jerusalém celestial (Reino dos céus, pois é onde está ainda) estabelecida sobre a nova terra. É por isso que a nossa maior esperança, como diz Pedro, não é de morrer e ir para o Céu como a igreja atual em sua maioria ensina, mas de que, “de acordo com a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça” (2Pedro 3:13).

E é por isso também que o apóstolo Paulo disse:

“Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Filipenses 3:20)

Note que Paulo não disse que nós vamos para o Céu, mas que a nossa pátria está nos céus. Essa cidade, que Paulo diz que está hoje no Céu, descerá por ocasião do fim do milênio, como diz João (cf. Apocalipse 21:2), se estabelecendo na nova terra. Paulo completa o pensamento dizendo que de lá (do Céu) nós também esperamos o Salvador Jesus Cristo. Esse “também” colocado aqui pelo apóstolo liga esses dois acontecimentos, a descida de Jesus à terra e a descida da cidade celestial à terra. Não é apenas Jesus que irá vir à terra, mas também Jesus. Diante do contexto, esse “também” está relacionado à “nossa cidade que está nos céus”, a nova Jerusalém celestial. Portanto, a crença de Paulo não era em morrer e ir morar no Céu para sempre, mas era a expectativa da volta de Cristo e da descida de cidade santa na nova terra prometida.

Infelizmente, a partir do momento em que a mentira da imortalidade da alma começou a ganhar força nas igrejas cristãs, essa realidade foi completamente distorcida e deturpada. As pessoas de hoje em dia oram dizendo “venha o teu Reino” sem saber o que isso significa. Têm em mente aquela versão popular da vida após a morte, onde a expectativa do cristão é baseada na ilusão de se estar no Céu em um estado incorpóreo entre a morte e a ressurreição, e não na visão realista bíblica da vida corpórea e terrena após a ressurreição. Toda uma teologia escatológica bíblica sólida foi destruída para dar lugar a um conto de fadas, onde espíritos flutuam nas nuvens do Céu tocando flautas e conversando com os anjos, ao invés do realismo bíblico onde a vida futura se dá através da ressurreição de um corpo físico, para habitar em uma nova terra física, embora transformada do pecado e dos pecadores.( http://www.evangelhoperdido.com.br)

Quem tem ouvidos para ouvir, OUÇA!

Fonte:
BANZOLI, Lucas. “A Lenda da Imortalidade da Alma”.

HERESIA, HERESIA,, HERESIA GOSPEL!!! DOCE ILUSÃO AMADOS!!!

sábado, 5 de setembro de 2015

Código aberto, a besta fera que subirá da terra terá vínculo com o Islã


 Irmão Ryba...

As peças do jogo mortal de Lúcifer na terra já estão sendo colocadas no tabuleiro de xadrez da grande tribulação. Ainda em nossa geração a besta fera (Anticristo) dará um xeque-mate na igreja apostata que ai estar inebriada com o vinho da prostituição de seus parceiros seculares e religiosos.

O desenrolar dos acontecimentos políticos e religiosos no mundo, vem trazendo a tona ás estratégias que Satanás estar usando nos últimos dias  para implantar de vez, a sua sútil e abominável gestão no período compreendido como a “grande tribulação”.

A igreja cristã, especialmente a evangélica incauta estão envoltas em suas volúpias ministeriais e desejos frenéticos de empoderamento, e não se atem ao grande e fatal perigo em seu arraial. Esta igreja apostatada ainda não percebeu que o diabo, já atua dentro de sua plataform disseminando heresias e misticismos pagãos.

Certamente, o que foi predito através do Espirito da Profecia (Kadosh), também já estar atuando fortemente no meio da igreja através das “Testemunhas de Yeshua/Jesus”, as quais estão espalhadas pelo mundo. Há uma guerra invisível sendo travada nas regiões celestiais, bem como através dos ensinos das Escrituras Sagradas.

Satanás começa a ficar encurralado diante de suas mentiras milenares disseminadas na igreja, as quais estão sendo expostas publicamente através dos guerreiros de Elohim.(é pra desalenar!) O espirito de sabedoria do Adonai já estar entre nós para desfazer as obras do diabo, objetivando tão somente, libertar a igreja dos grilhões e fantasias religiosas, mundanas e interesseiras.

Não há como o inimigo fugir de seu destino fatal no grande dia do Senhor, o qual estar ás portas no soar do último toque da trombeta...logo mais ainda em nossa geração. O messias tem revelado para  suas Testemunhas”, tudo aquilo que vai acontecer nesta geração. (não terá ninguém por inicente). Sendo sabedor que a maioria dos púlpitos da maioria das congregações estão manchados do pecado  da substituição, O grande Elohim acionou as Testemunhas do Messias para agir no meio da igreja com uma mensagem unilateral até o fim.

Esse grande movimento já se faz notório no arraial que deveria ser apenas dos santos, contudo, estar cheio de aves de rapinas, lobos devoradores e cães famintos e gulosos, que se alimentam da carne e do sangue das avelhas do Adonai. Conquanto, o grande Elohim estar de olho em suas ovelhas, e enviará logo mais ao amanhecer, o único pastor de suas ovelhas, as quais levarás para apascentar em campos verdejantes, num lugar de descanso e paz eternal.

Como sempre!, para não ficar somente em minhas palavras irmãos, aleluias!... vamos começar a abrir o código dos mistérios divinos no vídeo abaixo, objetivando amados, que todos possam se saciarem da palavra de Deus anunciada sem “Dolo” (entendes!) e unilateralmente. Mas sim, com o fito de vos alimentar do pão verdadeiro, proveniente apenas das Escrituras Sagradas....Tudo isso é realizado queridos, para honra e a glória de nosso Senhor, Yeshua/Jesus Cristo...que todos digam amém....aleluias!!!

RELAXE NO SENHOR!!!

sexta-feira, 4 de setembro de 2015


Estamos no tempo FINAL, caro leitor, onde precisamos ficar atentos a todos os eventos ocorridos no planeta e os que estão sendo anunciados. Mas, devemos prestar atenção e ACREDITAR em tudo? Ou apenas precisamos tomar conhecimento e comparar os eventos com as profecias bíblicas? Não se esqueça que muito dessas previsões sensacionalistas ocorreram antes e deram em nada. Lembra-se de 2000 e 2012?

O que nunca pode acontecer é a maioria dos que se consideram “Igreja de Cristo” estarem desatentos, olhando para o “outro lado” ou simplesmente mergulhados neste confortável secularismo que nos rodeia.

O motivo deste artigo é analisarmos juntos os diversos rumores sobre eventos estranhos e catastróficos que provavelmente ocorreriam no mês de setembro de 2015, segundo muitos blogueiros em todo o mundo, igrejas evangélicas, pretensos profetas, cientistas, meteorologistas, climatologistas e entidades esotéricas.


Estes rumores são intensos. Nunca tinha visto tanta especulação sobre o que iria acontecer em um mês particular. Algumas pessoas acreditam que vamos ver um colapso econômico no próximo mês, outros acreditam que haverá algum tipo de desastre natural histórico e outros estão convencidos de que o juízo de Deus está vindo. Então, agora, um grande número de americanos estão estocando...LEIA ARTIGO COMPLETO NO MENU "O FIM" AQUI: 

DETALHE: ASSISTA TODA SÉRIE DE VÍDEOS...

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

APOSTASIA NO SÉCULO 21 * Luteranos se desculpam com católicos por atos da Reforma

Imagem da Web

Durante séculos ocorreram embates violentos e mortes por causa da Reforma iniciada por Martinho Lutero.

por Jarbas Aragão

A Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) possui uma postura de ecumenismo e tem se aproximado do Vaticano nos últimos anos. Em um “diálogo teológico” convocado em agosto e realizado na Academia de Missão da Universidade de Hamburgo, pediram desculpas aos católicos e ortodoxos por certos atos cometidos por luteranos durante a Reforma Protestante.

Perto de completar 500 anos (em 2017), os luteranos estão lamentando a destruição de imagens religiosas. Os teólogos da EKD deixaram isso claro na declaração da bispa para as relações ecumênicas Petra Bosse-Huber. Ela chefia a Comissão de Diálogo protestante.

Em nota, afirma que hoje se reconhece que as imagens sagradas, em suas mais variadas formas têm muito valor como expressão da espiritualidade. Diz ainda que a igreja protestante alemã “se opõe à destruição de imagens”.

Durante o período da Reforma, na tentativa de livrar as pessoas da idolatria, líderes protestantes removeram pinturas, esculturas e vitrais na Alemanha, na Suíça, na Inglaterra e na Holanda. Em muitos casos as imagens eram queimadas publicamente.

As delegações do Patriarcado Ecumênico, da Igreja Ortodoxa, estiveram no encontro na Academia de Missão a convite do Conselho da EKD. Desde 1969, representantes de ortodoxos e protestantes têm mantido relações próximas.

Embora não tenha se manifestado publicamente sobre o assunto, o Vaticano também dá mostras de sua disposição em se aproximar dos luteranos.

Em breve, Roma terá uma praça com o nome de Martinho Lutero, perto do Coliseu. Há cinco séculos, quando Lutero tentou fazer com que a Igreja Católica mudasse suas práticas, foi excomungado pelo papa. Durante séculos ocorreram embates violentos e mortes por causa da Reforma iniciada por Lutero.

Por isso, causa estranheza que o Vaticano apoie que a praça receba o nome do reformador. O Papa Francisco desde que começou seu pontificado, mostrou o desejo de ver uma maior unidade entre todos os cristãos. Com informações de Urban Christian News e Christian Headlines / Gospel Prime.



VIDEO 1 - ASSISTA AQUI HANGOUT: A REFORMA PROTESTANTE FRACASSOU,CLIQUE:

VÍDEO 2 - PAPA FRANCISCO PEDE PERDÃO A EVANGÉLICOS, CLIQUE:

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Testemunha do Messias enfrenta apóstolo do G.A.D.U dono da igreja Mundial

QUEIMA DAS BUGIGANGAS DA IGREJA MUNDIAL
Irmão Ryba...

Um movimento de cunho internacional estar acontecendo no meio das igrejas Cristãs neste século 21 (aqui entende-se católicos e o resto), especialmente as do seguimento conhecido como “evangélico”,(que aliás era um ramo católico na Inglaterra) As quais estão “misturadas” em diversos ministérios tais como: dos Pentecostais, dos Neopentecostais, dos Tradicionais, dos Retéteis dos M12 e G12, Assim como as da  igreja “católica melhorada” tão sonhada por Lutero...Igrejas tais como, Universal, igreja da Graça e a badalada igreja do apóstolo Cowboy Valdemiro Santiago Igreja Mundial do Poder de Deus, estas  encabeçam à apostasia do final dos tempos entre os evangélicos...meu Deus!

O cristianismo nesta geração estar de ponta cabeça amados, a maioria dos valores supostamente cristãos, os quais foram propostos na reforma de Martinho Lutero e seu grupo, não satisfaz mais a igreja devido o egocentrismo da maioria de vossas lideranças, Pasmem!, muitos destes clérigos já dão ordens para o grande Elohim, o eterno e até o intimam a realizar seus desejos e caprichos vis, senão!!!. Já é notório também que muitos destes bonitões gospel (pseudos ungidos do senhor, ops!),  tornaram-se objeto de culto e viraram pop Star Gospel, inclusive, adoram ser bajulados pelos seus fiéis incautos como seu novo papai (papa gospel)...Que coisa hein irmãos, veja que ponto o evangelho chegou!.

As escrituras sagradas nesta altura do campeonato religioso (A Fifa perde é feio!)_ não é mais interessante para trazer vida, e transformações sociais e espirituais para os crentes, mas sim, a mesma é usada ao seu bel prazer para sustentar infames heresias contextualizadas com o sistema mítico do G.A.D.U, com as filosofias seculares, bem como, com o  paganismo das religiões afro e orientais. Infelizmente os nossos pseudos sacerdotes  reformadores colocaram um remendo novo em roupa velha, agora as vestes da igreja se rasgaram e o mundo ver a sua nudez; Bem disse o nosso Messias Yeshua/Jesus “Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; Apocalipse 3:17”.

Estou convencido que a nossa geração é aquela predita no livro do Apocalipse, e que o enredo do desenvolvimento da apostasia total, se faz presente na igreja que ai estar diante de nossos olhos indo de mal a pior, (só não vê, quem se faz de cego). Conquanto, nem tudo estar perdido nesta geração perversa, temos visto o Adonai levantar, crianças, anciões (a) e jovens cheios do Kadosh (Espirito Santo) trazendo mensagens impactantes para esta geração, independente de possuirem cursos de teologias e/ou serem sacerdotes consagrados por suas denominações religiosas, muitas das vezes anticristãs, as quais negam a simplicidade do evangelho.

O documentário que iremos apresentar para os amados, demonstra o quanto que esse modelo infiel de igreja, tem se tornado numa piriguete religiosa no século 21, Tal igreja vadia!,  tem se deitado com o paganismo romano e o misticismo maçônico, bem como, com o satanismo das religiões orientais. O que faz um jovem romper com o “Sistema Bruto” que ai estar em conluio na maioria das denominações cristãs, especialmente nas igrejas evangélicas...é o desejo sincero de ajudar a “separar o joio do meio do trigo” e trazer a verdadeira luz e libertação para a igreja remanescente, a qual boa parte estar dentro desta igreja prostituta que ai estar, em seus puteiros religiosos denominados de "igrejas Cristãs" (Se a carapuça servir,faça bom uso!). Para não ficar apenas em minhas palavras,aleluias!, assista o vídeo/documentário integralmente....e que Deus tenha misericórdia de vossa almas penadas – “Diga graças a Deus igreja!!!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

A dúvida de mãos dadas à fé


Ricardo Gondim

Como sei o que sei? Nesta pergunta básica reside todo o problema da epistemologia. Um nó apertado. Não pretendo, aqui, lidar com os fundamentos filosóficos do conhecimento, mas com a crise que o protestante brasileiro, e particularmente com a crise do evangélico, que esperneia quando se defronta com a dúvida.

Sinto-me desafiado a aliviar este nó epistemológico, porque o assunto me toca de perto. Como pastor evangélico, como pesquisador das Ciências da Religião e como cristão, preciso entender o porquê do receio diante da possibilidade da dúvida.

É próprio do sujeito religioso assegurar a sua convicção inabalável, a sua certeza absoluta e o seu acesso perfeito à verdade divina. Ele se considera tão convicto de que atingiu a realidade única, objetiva, real e concreta, que sai para fazer prosélitos. Admitir a remota possibilidade de não estar alinhado à verdade absoluta, constitui-se em fraqueza inadmissível para o praticante de uma tradição religiosa que se pretende herdeira legítima dos segredos divinos.

O problema se torna agudo entre os evangélicos e protestantes que optaram pelo que Rubem Alves denominou de "Protestantismo da Reta Doutrina". Precisamente eles, os da reta doutrina, levedam a precária produção literária e teológica dos evangélicos nacionais. Segundo Rubem Alves, os "Protestantes da Reta Doutrina privilegiam a concordância com uma série de formulações doutrinárias, tidas como expressões da verdade, e que devem ser afirmadas sem nenhuma sombra de dúvida, como condição para participação na comunidade eclesial"[1].

Esse grupo se firmou nos Estados Unidos no apogeu da modernidade, quando se questionava a legitimidade "científica" dos relatos bíblicos. Alguns teólogos calvinistas se apressaram em demonstrar que o cristianismo não era apenas racional, mas a única revelação de Deus aos homens. O teólogo Charles Hodge catalogou cinco fundamentos da fé cristã, para ele inegociáveis. E de seus primeiros tratados, nasceu um movimento que passou a ser conhecido como "fundamentalismo".

Hodge afirmou: que "a tarefa do teólogo consiste não em buscar significado além das palavras, mas em organizar os claros ensinamentos das Escrituras num sistema de verdades gerais"[2]. Ele chegou a dizer que "Deus inspirou cada uma das palavras da Bíblia; portanto, é preciso levá-las a sério e não distorcê-las com exegeses alegóricas ou simbólicas"[3].

Portanto, o termo fundamentalismo, hoje carregado de significados negativos, a princípio não passava de um esforço sincero de tornar os textos sagrados em "verdades factuais". Os teólogos fundamentalistas cometiam, entretanto, o mesmo erro dos cientistas da natureza, os racionalistas que se ocupavam com a razão – com análise de dados, com fatos, fenômenos, operações, processos, energias, estruturas, evoluções[4].

Hans Küng afirmou que, caso os teólogos e filósofos queiram dialogar com a ciência natural, será necessário modéstia e autocrítica. Pois "muitos cientistas já chegaram a reconhecer que não podem oferecer verdades definitivas"[5]. Nem mesmo a ciência, através do método empírico, ousa deter verdades absolutas.

Küng não mede palavras quando aborda a atitude do teólogo quanto à verdade: "Pois também eles, que profissionalmente estão empenhados na verdade da fé, não possuem de antemão esta verdade, nem dela dispõem de forma definitiva"[6].

O movimento evangélico nacional esperneia por saber que a lógica fundamentalista, de possuir a verdade final, . Segundo Prócoro Velasques Filho, em Introdução ao Protestantismo no Brasil (Edições Loyola, p. 126) o corte do protestantismo, os evangélicos brasileiros têm raízes no fundamentalismo norte americano, que se caracterizou precisamente por dois eixos principais: omilenarismo e a teologia da inerrância ou inspiração plenária da Bíblia. Para os teólogos originais do fundamentalismo, a "revelação de Deus só seria perfeita se fosse 'isenta de erros, contradições, paradoxos e inconsistências'".

Com esta característica de privilegiar a adesão dogmática à uma "verdade absoluta", antecipo dois caminhos para os "Protestantes da Reta Doutrina":
a)    Acomodam-se em repetir os antigos dogmas, sem coragem para se repensarem, sem ousadia para fazer perguntas que os deixarão sem respostas, sem determinação de levar às últimas conseqüências suas deduções.
b)    A repetição produz conforto. Os crentes estão sempre em busca de conforto quando vão às igrejas aos domingos. A repetição conforta porque ela confirma a imutabilidade da verdade. E na medida em que a verdade afirmada no momento é a verdade que alguém já está acostumado a ouvir, cria-se a certeza de ser-se senhor da verdade[7].

Acontece que a repetição também conduz ao enfado. A optar pela repetição de verdades bem assentadas e previamente cridas, o evangélico cria um ambiente de mesmice. E para sair da mesmice, precisa inventar ambientes emocionalmente carregados, para isso apela para os cânticos que eletrizem em nome de louvores, as emoções que o discurso não gera.

Antônio Gouvêa Mendonça, pesquisou os primórdios da evangelização brasileira e concluiu:
"Sabemos que os sermões eram conservacionistas e polêmicos; o pregador procurava apelar para a distinção entre a "verdade" e o "erro", entre a nova mensagem e a religião dominante. O tom do sermão era dogmático e racionalista ao mesmo tempo; dogmático ao fundamentar-se nos dogmas comuns do cristianismo que deviam ser recuperados diante de uma melhor e mais verdadeira fundamentação escriturística, e racionalista ao procurar tecer o sermão numa lógica irrecusável. O objetivo era convencer o ouvinte e uma verdade contra outra. Mas o dogmatismo-epistemológico-polêmico nem sempre era suficiente para mover o ouvinte a uma mudança de atitudes; daí a necessidade de aliar ao sermão, já na maior parte das vezes dramático, cânticos apropriados para auxiliar a elevação do "tônus" emocional da reunião, formando ambiente favorável às decisões individuais (conversões)"[8].

c)    Recrudescem na intolerância, fecham-se em guetos, endurecem o controle criam "historiadores oficiais", "teólogos chancelados", "voltam os tribunais inquisitoriais" para caçar os que se atrevem caminhar até as fronteiras (Boaventura), os que saem dos paradigmas (Kuhn), os que desafiam os marcos categoriais (Juan Luis Segundo).
d)    Atrevo-me a sugerir que o movimento evangélico brasileiro reconheça sua incapacidade de abarcar "a verdade", que abandone o pressuposto de que vai codificar a correta doutrina de Deus, admita que o conhecimento absoluto de Deus está para além da capacidade humana. Na verdade, ninguém tem o acurado conhecimento de Deus; caso fosse possível, como alguém já afirmou, "eu seria ele".

O teólogo espanhol, Andrés Torres Queiruga propõe que a teologia abra um diálogo até com os ateus:
"O ateísmo, em sua própria negatividade, pode ser uma grande oportunidade para a fé; pode até ser uma medida da Providência para que os cristãos, assumindo a crítica ateia, compreendam que Deus é sempre muito maior. – "Deus sempre maior" – do que as idéias que nós fazemos dele. A crítica dos ateus pode ajudar-nos a romper os esquemas em que tantas vezes encadeamos e deformamos a ideia de Deus[9].

Para sair do impasse de que a fé precisa de verdades absolutas e a possibilidade de dúvida. Proponho que a cosmovisão protestante evangélica re-signifique a fé. Sugiro, portanto que:

A verdade seja tratada como "boa-fé".
No excelente "Pequeno Tratado das Grandes Virtudes", André Comte-Sponville coloca a "boa-fé" como um dos grandes valores da humanidade. O filósofo francês, depois de lutar entre os termosveracidade, veridicidade e autenticidade, optou finalmente por "boa-fé". Para ele, boa-fé é um fato, portanto, aomesmo tempo uma realidade psicológica e uma virtude, ou um traço moral. Como fato, boa-fé, é "a conformidade dos atos e das palavras com a vida interior, ou desta, consigo mesma". Como virtude, é o amor ou respeito à verdade. Ter boa-fé é dizer o que acredita, mesmo que esteja enganado, como acreditar no que diz. É crença fiel, e fidelidade no que se crê.

A verdade deixaria, então de ser a concordância a um postulado ou a uma asseveração previamente estudada e concordada, para ser uma integridade. A boa-fé se opõe, portanto, ao dogmatismo. E quem opta pela verdade em nome do dogmatismo e não como uma "boa-fé", vira intolerante.

"Tomam sua fé por um saber. Por ela, estão dispostos a morrer e a matar. Eles não duvidam. Eles não hesitam. Eles conhecem a Verdade e o Bem. Para que necessitam de ciências? Para que necessitam de democracia? Tudo está escrito no Livro. Basta crer e obedecer. Entre Darwin e o Gênesis, entre os direitos do homem e a Sharia, entre os direitos dos povos e a Tora, eles escolheram de que lado estão, de uma por todas. Eles estão do lado de Deus.. Como poderiam estar errados? Por que deveriam crer em outra coisa? Fundamentalismo. Obscurantismo. Terrorismo. Eles querem fazer-se anjos; fazem-se de bestas ou de tiranos. Tomam-se por Cavaleiros do Apocalipse. São os janízaros do absoluto, que eles pretendem possuir com exclusividade e que reduzem à dimensão, singularmente estreita, de sua boa consciência. São prisioneiros da sua própria fé, escravos de Deus ou do que consideram ser – sem provas – sua Palavra ou sua Lei"[10].

A verdade como história, como narrativa, como metáfora.
Jonathan Sacks diz que o judaísmo é repleto de histórias, segundo o dito judaico, "Deus criou o homem porque gosta de histórias". A própria Bíblia é um dos exemplos fundamentais da verdade como história, ao contrário do modelo ocidental conhecido – a história como sistema[11]. O saber conceitual não é o mesmo do saber proverbial. O conhecimento absoluto não está na mesma categoria do conhecimento intuitivo. A percepção das entranhas não é a mesma da razão. Em outras palavras: pensar com as vísceras e com o coração pode ser mais significativo do que capitular ao racionalismo.

A verdade como compromisso com a vida.
De acordo com Michel de Foucault a "verdade" como conceito absoluto precisa do anteparo do poder. A verdade que prevalece não é necessariamente "a" verdade, mas aquela que as instituições dominantes impõem:

... a verdade não existe fora do poder ou sem poder (não é – não obstante um mito, de que seria necessário esclarecer a história e as funções – a recompensa dos espíritos livres, o filho das longas solidões, o privilégio daqueles que souberam se libertar). A verdade é deste mundo; ela é produzida nele graças a múltiplas coerções e produz efeitos regulamentados de poder. Cada sociedade tem seu regime de verdade, sua "política geral" de verdade: isto é, os tipos de discurso que ela acolhe e faz funcionar como verdadeiros; os mecanismos e as instâncias que permitem distinguir os enunciados verdadeiros dos falsos, a maneira como se sanciona uns e outros; as técnicas e os procedimentos que são valorizados para a obtenção da verdade; o estatuto daqueles que têm o encargo de dizer o que funciona como verdadeiro[12].

A ortodoxia se estabelece como o piso da ortopraxia. E a ortopraxia é o que anima a ortodoxia. Portanto, segundo David Bosch, na esteira do iluminismo, as igrejas antigamente "se arrogavam do direito de determinar qual era a verdade 'objetiva' da Bíblia e de dirigir a aplicação dessa verdade intemporal ao cotidiano dos crentes"[13]. Bosch afirma que Schleiermacher "foi o pioneiro em perceber que toda teologia era influenciada, se não determinada, pelo contexto em que evoluíra"[14].

Dessa forma, Bosch chega à conclusão que " a reivindicação universal da hermenêutica da linguagem precisa ser contestada por uma hermenêutica da ação, porque fazer é mais importante que saber ou falar. Nas escrituras são bem-aventuradas as pessoas que agem. E eu concordo com ele que, "não existe, em verdade, conhecimento exceto na própria ação, no processo de transformar o mundo através da participação na história'".[15]

A verdade como uma aproximação do sublime.
Deslumbramento, ou fascínio pelo numinoso, o mistério tremendo, como queria Rudolf Otto.
O rabino Abraham Joshua Heschel dizia que os gregos aprenderam para compreender. Os hebreus aprenderam para reverenciar. O homem moderno aprende para fazer uso de seu conhecimento[16]. E sugere um outro nível de conhecimento, que leve ao espanto, ao deslumbramento, ao maravilhamento. A verdade seria, portanto, um encontro com o sublime.

Heschel define sublime como aquilo que podemos ver e não conseguimos definir. É a alusão silenciosa das coisas a um significado maior do que elas mesmas. É o que todas as coisas definitivas simbolizam; "o silêncio inveterado do mundo que permanece imune à curiosidade e às indagações, como uma folhagem perdida no anoitecer". O sublime é o que nossas palavras, fórmulas e categorias não podem jamais alcançar.

Para o rabino, o sublime não está, necessariamente, relacionado com o que é vasto e esmagador por suas dimensões. "O sublime pode ser percebido em cada grão de areia, em cada gota de água. Todas as flores no verão, todos os flocos de neve no inverno podem despertar em nós uma sensação de maravilhamento, que é nossa resposta ao sublime"[17]. Por isso, a verdade está onde a mente não necessariamente consegue elucidar.

Porque a verdade é sublime, porque o real está no imponderável, porque a realidade não se limita aos contornos da racionalidade, nasce a poesia e minha verdade foi expressa no meu poema "Sobre Deus":

Não sei explicar as razões da minha fé. Não sei dizer os porquês da minha devoção. Sinto-me inadequado para convencer os indiferentes a desejaram a pitada do sal que tempera o meu viver. Tudo o que sei sobre o Divino é provisório. Minhas convicções vacilam. Todas as certezas são, decididamente, vagas.

Sei tão somente que Ele se tornou a minha meta, o meu norte, a minha nostalgia, o meu horizonte, o meu atracadouro. Empenhei o futuro por seguir os seus passos invisíveis. No dia em que o chamei de Senhor, a extensão do meu meridiano se alongou, os retalhos do meu mapa se encaixaram, caíram os tapumes da minha estrada, o ponteiro da minha bússola se imantou.

Sei tão somente que Ele se fez residente no campus dos meus pensamentos. Presente nos vôos da minha imaginação, virou um doce ponto de interrogação. Causa de toda inquietação, tornou-se a fonte de minha clarividência.

Sei tão somente que Ele se desfraldou como bandeira sobre os meus ombros. E o cilício, as purgações, os sacrifícios, tudo foi substituído por desassombro. No porão da tortura, nos suplícios culposos, achei um ambulatório. Os livros contábeis onde se registravam meus erros foram rasgados. As punições, suspensas. Já não fujo dele como de um Átila. Eu agora o chamo de Clemente.

Sei tão somente que Ele ardeu o delicado filamento que acende a luz dos meus olhos. Ele foi o mourão que marcou o outeiro de minha alma como um jardim. Ele é o badalo que dobra o sino do meu coração; o alforje onde guardo os acertos e desacertos do meu destino.
Sei tão somente que Ele me fascina quando refrata luz. Dele vem o encarnado que tinge minha face com o rubor do sol. Seu amarelo me brinda com o açafrão do mundo do mistério; e o roxo me colore de púrpura real. Seu branco é lunar e me prateia. Seu preto me conduz até o nanquim celestial. Por sua causa, espelho o azul dos oceanos mais longínquos.

O que dizer de Deus? Tão pouco! Espero, tão somente, que o meu espanto expresse o tamanho da minha reverência.

Soli Deo Gloria

Ricardo Gondim é escritor e teólogo,  presidente  da Convenção Betesda Brasil.  E-mail: E-mail: ricardogondin2@gmail.com




Referências:
 [1][1] Alves, Rubem – Religião e Repressão – Edições Loyola, São Paulo, 2005. p.44.
[2][2] Armstrong, Karen – Em nome de Deus – Companhia das Letras, São Paulo, 2005, p.168.
[3][3] Idem, p.168.
[4][4] Küng, Hans – O princípio de todas as coisas – Editora Vozes, São Paulo, 2007, p.62.
[5][5] Idem, p.62.
[6][6] Idem, p.62.
[7][7] Alves, Rubem – Religião e Repressão, Editor Loyola, São Paulo, p. 138.
[8][8] Mendonça, Antônio Gouvêa – O Celeste Porvir, a Inserção do Protestantismo no Brasil – Edições Paulinas, 1984, p.208.
[9][9]Queiruga, Andrés Torres – Creio em Deus Pai – Editora Paulus, São Paulo, 2005, p.21.
[10][10] Comte-Sponville, André – O espírito do ateísmo – Martins Fontes, São Paulo, 2007, p.32.
[11][11] Sacks, Jonathan – "Para curar um mundo fraturado – a ética da responsabilidade, Editora Sefer, São Paulo, p. 23.
[12][12] Foucault, Michel – Microfísica do Poder, Edições Graal, São Paulo, 2007, p.12.
[13][13] Bosch, David – Missão Transformadora – Mudanças de Pradigma na Teologia da Missão, Editora Sinodal, Rio G. do Sul, 2002, p.504.
[14][14]Idem, p.505.
[15][15] Idem, p.508.
[16][16] Heschel, Abraham Joshua – Deus em busca do homem – Editora Arx, São Paulo, p.43.
[17][17] Idem, p. 49.