terça-feira, 25 de novembro de 2014

Madame Blavatsky diz que Lúcifer é a luz e que a religião tem a mesma origem no divino

A rainha mãe da Nova Era, dos illuminati, dos Maçons e de muitos Falsos Religiosos Helena Blavatsky, diz toda empolgada que Lúcifer é maravilhoso e que ele é o  arcano portador da luz, o qual dar sabedoria aos homens de “Boa Vontade” em toda terra. Esta senhora do ocultismo, sistematizou toda uma filosofia para colocar a humanidade em uma grande Rede iluminada de seguidores e disseminadores de vans filosofias ocultistas. Essa dama da ilusão tem repercutido a visão de seu líder Lúcifer em relação ao sagrado e o religioso para desviar o homem do seu criador Elohim (Deus). Dentre seus ilustres discípulos se encontram, os magos, os maçons, pasmem amados!, os falsos religiosos cristãos, os espiritualistas, uma penca de ambientalistas, políticos e empresários que aprendem a controlar o ser humano para conseguirem seus objetivos afins em todas as áreas da sociedade.

Um dos seguimentos que Madame Blavatsky sempre deu muito atenção foi a religião cristã a qual tem como cabeça um único líder e pastor chamado de messias Yeshua; Jesus. Este é também conhecido como o Cristo que tem uma proposta de LUZ real ao reverso dos ensinamentos de Madame Blavatsky, pois, segundo ela acredita, diz, que todas ás religiões levam a Deus. (Ops?). Tal filosofia se torna em oposição aos ensinos do messias filho do grande Elohim (Deus), o qual insiste que só há um único caminho para se chegar à verdade e a iluminação perfeita. Pois ele sempre afirmava isso abertamente:  “Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12”

Porém, madame Blavatsky, os maçons, e muitos falsos religiosos (estes de igrejas locais tais como: Ágape, Renovo, Vida, Comunidade, Batista, Presbiteriana, Congregação Cristã, De Cristo, Universal, Assembléia de Deus e centenas de outras) Assim como  todos os místicos que continuam buscando uma iluminação alternativa através de Lúcifer que o dizem ser o portador da luz  na (maçonaria), questão de gosto, fazer o que irmãos!...Tem gente que nasceu mesmo para viver à luz de lamparina, não entendem que o universo e o YHWH Elohim (Deus) são a própria LUZ!!!...Lúcifer, seria uma espécie de traque de festa de São João patrono dos maçons e/ou vagalume do Cerrado, cujo arcano capiroto  vive de rodear a terra e passeia por ela.(seu fútil mundinho insignificante na atual conjuntura do pecado)...Ái! ái crentes!...estes não provarão das delicias do luz dos sete estrelos (plêiades) localizado ao lado de Orion acima de nós!!!

Bom!, na verdade estou apenas socializando para os cristãos incautos que esta senhora  Madame Blavatsky foi uma feiticeira fina e das boas irmãos!...o bispo Macedo e muitos outros ficariam envergonhados diante de seu poder espiritual (bruxaria pesada ensinada pelos seus guias/arcanos anjos caídos). Entretanto, já que a maioria dos líderes e clérigos cristãos se omitem em falar a verdade, e nada mais que a verdade em suas igrejas...o Adonai também me disse que nos últimos dias estaria levantando um exercito de guerreiros que não tem os rabos presos em nenhuma denominação cristã, tão pouco são freqüentadores e/ou membros de templos místicos e maçônicos.

Este exercito objetiva (...) Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo. 1 João 3:8” como determina as escrituras sagradas. “ Sim amados, este exercito de Deus levantarão e sacudirão o tapete que esconde o lixo religioso e doutrinário desde a reforma parcial protestante de 1517, Doravante, tem que ser sim, sim...e não, não!!!(pois quem fica em cima do muro é crente labigó!) É bom sempre lembrar que para enfrentar o nosso inimigo (A) será preciso conhecê-lo (A) em suas vulnerabilidades profanas e pagãs...Acabou, chega de trá,lá,lá no meio da congregação...doravante é guerrear contra o mal total que se manifestar logo mais com todo ódio contra os Cristãos...Irmão Ryba Gonçalves.

Madame Blavatsky – A Senhora Dona do Mundo Oculto


Helena Patrovna Hahn Fadéef nasceu em Ekaterinoslav, Russia; em 30 de julho de 1831. Era filha de Pedro Hahn da família Macklenburg e de Helena Fadéef, família nobre que lhe concedeu uma educação completa: pianista e conhecimento profundo em idiomas e literatura.

Em sua infância, alguns presságios atribuíam a Helena um aspecto misterioso e catastrófico. Em seu batizado, acidentalmente a túnica do sacerdote foi incendiada, ferindo e assustando alguns que estavam presentes na cerimônia. Anos mais tarde, Helena brigou com um colega e ameaçou enviar-lhe um diabo que lhe faria cócegas até a morte. O garoto aterrorizado correu, escorregou e caiu num rio morrendo afogado.

Após a morte de sua mãe, foi enviada para a companhia de seu avó, o governador de Saratov, que vivia num castelo que diziam ser encantado. Aos cinco anos era capaz de hipnotizar; e aos quinze utilizava-se da clarividência.

Esteve na França e Inglaterra em 1845 e em 1848. Contra sua vontade, casou-se aos 17 anos com o general Nicephore V. Blavatsky, 51 anos, governador de Etivan. Porém, seu matrimônio durou apenas três meses. Helena fugiu de casa e foi para Constantinopla, onde permaneceu o tempo necessário para legalizar o processo de separação.

No Egito conviveu com um mestre Copta que a iniciou em ciências ocultas. Através desse mestre, tomou conhecimento das Estâncias de Dzyan; um livro guardado num mosteiro tibetano que continha ensinamentos ocultos da sabedoria Oriental antiga. No ano de 1851 em Londres, recebeu a missão de um mestre hindu de fundar uma sociedade espiritualista transcendental.

A partir deste momento, deu início a sua peregrinação pelo mundo, passando por Canadá, Estados Unidos, México, Peru, Índia, Ceilão e Nepal. Conheceu as colônias holandesas e Cingapura em 1853, sempre bancada por seu pai e a herança de uma tia. Sua volta ao mundo se estendeu até 1867, chegando a residir em Cáucaso e Ucrânia. Helena ainda permaneceu alguns meses no Tibet, onde recebeu a Iniciação. Seguiu para o Cairo, Palestina e Grécia, onde foi ferida na Batalha de Mentana. De volta a Londres, conhece Kout Houmi Lal Singh, um misterioso personagem com quem passou a se corresponder. Helena recebeu As Estâncias de Dzyan de um grupo ocultista indiano.
Porém, em uma viagem a Calcutá, passou a ser pressionada para devolvê-lo; caso contrário, sua vida seria abalada por diversas infelicidades. Helena adoeceu mas ainda perambulou pela Europa. No decorrer dos anos, fatos estranhos a atormentaram: o navio que viajava explodiu em 1871 e ainda foi vítima de uma tentativa de assassinato. Assustada com essas ocorrências, decide ceder as pressões e entregar o livro.

No ano de 1872 em Paris, Madame Blavatsky, como também era conhecida, tentou pela primeira vez fundar uma sociedade ocultista. Nessa longa peregrinação, Helena desenvolveu suas habilidades psíquicas através de treinamentos e experiências ritualísticas. No mesmo ano foi residir em Nova York, entrando em contato com o movimento espírita Irmão Eddy, com os Mórmons e estudou Voodoo.

Depois de breves viagens pela Europa Oriental em 1873, retornou para Nova York. No ano seguinte, conheceu o norte americano Cel. Henry Steel Olcott, com quem fundou a Sociedade Teosófica em 1875. Dois anos mais tarde, lançou Isis sem Véu, que contêm mais de 1.300 páginas e esgotou-se no primeiro dia de lançamento; deu continuidade aos primeiros conceitos sólidos da Sociedade. Helena também lançou a revista The Theosophist; e a sede da Sociedade foi transferida para Madras, Índia. Por todo este período, sofreu pressão de grupos indianos para que nada fosse revelado sobre As Estâncias de Dzyan.

No ano seguinte, viajou para a Europa mas se estabeleceu na Índia. Em 1885, adoeceu e foi para a Alemanha, onde deu início ao trabalho de A Doutrina Secreta. Em maio de 1887, foi morar em Londres, e lançou a segunda revista Lúcifer (Lúcifer significa literalmente Portador da Luz). Publicou A Doutrina Secreta e fundou a Escola Esotérica em 1888. Em 1889 publicou A Chave para a Teosofia e A Voz do Silêncio. Finalmente em 1890, estabeleceu definitivamente a sede da Sociedade Teosófica em Londres; aonde veio a falecer em 8 de maio de 1891, sendo cremada no Working Crematorium.

Helena Blavatsky foi um dos principais ícones da ciência e ocultismo do século XIX. Seus Mestres a chamavam de Upasika. Na Rússia era conhecida pelo seu pseudônimo literário, Radha Bai, e considerada a reencarnação de Paracelso.

Blavatsky é a responsável pela introdução do conhecimento oriental do Ocidente, incluindo os conceitos de Karma e Reencarnação; além de expor ao mundo a idéia de que todas as religiões partem de uma única base primitiva.
Suas obras A Doutrina Secreta, Isis sem Véu, A Voz do Silêncio e O Simbolismo Arcaico das Religiões, teriam sido inspiradas através da leitura por clarividência de As Estâncias de Dzyan. O crítico inglês William Emmett Coleman, calculou que para escrever Isis sem Véu, Blavatsky precisaria ter estudado 1400 livros por ela desconhecidos. Mas sua grande contribuição é, sem dúvida alguma, a Sociedade Teosófica. Após mais de cem anos de sua fundação, possui adeptos em toda parte do mundo e permanece estabelecida como uma das principais bases de conhecimento da atualidade.

Teosofia
A palavra Teosofia vem do grego Theosophia e significa literalmente Sabedoria Divina. Seus primeiros registros históricos se encontram no Egito do século III, cunhados por Amônio Saccas e seu discípulo Plotino, filósofos neoplatônicos fundadores da Escola Teosófica Eclética. A Sociedade Teosófica contemporânea é a sucessora desta Escola.

O termo Teosofia também adquiriu um significado secundário de verdade relativa. Na Filosofia Oriental é conhecida como Filosofia Esotérica ou Oculta, ou ainda Pensamento Teosófico. Esses termos foram criados para distingui-la do significado primitivo.

Sociedade Teosófica
“As doutrinas fundamentais de todas as religiões se comprovarão
idênticas em seu significado esotérico, uma vez que sejam desagrilhoadas
e libertadas do peso morto das interpretações dogmáticas, dos nomes pessoais,
das concepções antropomórficas e dos sacerdotes assalariados”.

Fundada em Nova York, no dia 8 de setembro de 1875 por um pequeno grupo onde se destacavam Helena Blavatsky e o Cel. Henry Steel Olcott, a Sociedade Teosófica teve sua sede internacional legalmente estabelecida em 3 de abril de 1905, na cidade de Chennai, sul da Índia.

A Sociedade Teosófica não pode ser definida como uma religião, e sim um credo. Seu lema é “Não Há Religião Superior à Verdade, do sânscrito Satyan nasti para Dharmah”. Sendo que a palavra Dharmah significa entre outros Doutrina, Dever, Justiça ou Lei.

Os adeptos de diversas religiões aderiram a Sociedade Teosófica no decorrer de seu desenvolvimento; pois não é necessário abandonar crença ou dogmas, basta aceitar seus objetivos primários. Os objetivos da Sociedade Teosófica estão baseados na Fraternidade Humana e na Busca da Verdade:
1º – Formar um núcleo da Fraternidade Universal da Humanidade, sem distinção de raça, credo, sexo, casta ou cor.
2º – Encorajar o estudo de Religião Comparada, Filosofia e Ciência.
3º – Investigar as leis não explicadas da Natureza e os poderes latentes no homem.

Embora não atue diretamente nas causas religiosas, sociais, políticas e econômicas, a Sociedade Teosófica tem seu poder transformador agindo em seus membros. Através de seus objetivos promove a superação da ignorância e dogmatismo individual, por conseqüência, há uma mudança no coletivo humano.

Fonte:Spectrum-http://www.spectrumgothic.com.br/

NÃO EXISTE NENHUMA PONTE SOBRE RIO POLUÍDO NA TERRA EM QUE O HOMEM POSSA ATRAVESSÁ-LA E ENCONTRAR A VERDADE, A NÃO SER VIA O MESSIAS YESHUA: JESUS.(Meus guias espirituais "anjos" me deixaram isso bem claro.nas minhas visões da noite) Irmão Ryba.

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